sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

É 2009!

Há cinco anos, desde que comecei a trabalhar na TV, passo meu Réveillon sozinho (meus pais viajavam, e as escalas de fim de ano nunca me eram generosas). Sempre achei que não gostar de todas estas festas de confraternização não passava de despeito meu pela minha solidão --sim, eu tenho vários amigos, mas, no fundo, gostava de curtir minha companhia.

Pessoas acreditando em coisas sem sentido, como a importância das cores nas roupas novas em que vão romper o ano --uns as exteriorizam, outros, as escondem (calcinha, cueca, meia etc., etc. e tal). E as amizades, que, em outras ocasiões, não seriam tão grandes assim?! Esta época do ano, realmente, é linda (é uma ironia).

Pois minha triste solidão acabou. Para pior. Casado, você tem de acompanhar pessoas, aparecer feliz, sorrir... mostrar que você é realizado em seu casamento. Não. Não sou.

No meu caso, é ainda pior. Estamos vivendo de aparências. A família dela não sabe, e ela me pediu que eu esperasse um pouco mais. E lá fui eu para a casa da minha (ainda) cunhada. Péssimo!

Acredito e torço para que todos vocês tenham tido um Réveillon melhor. Acho que tiveram. Ok. Mas moro no Rio, tenho 23 anos, e ano que vem será melhor. Vamos aliviar as coisas por aqui.




E desde ontem já estão valendo as novas regras para o Português.


[Como é lindo o marido de Demi Moore].

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